Sou eu que sou extremamente intolerante e que não posso viver com seus pequenos defeitos.
Sou
eu que não sei lidar com essas pequenas falhas tão comuns, tão óbvias, tão inerentes
à condição masculina, que não sei lidar com um homem de verdade.
Sou
eu que não sei o que quero, mas mantenho essa lista interminável de coisas que não quero e que nela escrevi seu nome por algo que me pareceu importante na hora.
Sou
eu que não sei dar valor a seus carinhos, a seus zelos, que me sinto sufocada
por eles.
Não
é você. Sou eu
que decidi que antes só...
e depois só...
e sempre só.
Sou eu.
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